Como ficar com alguém em nova york

Quanto dar de gorjeta em Nova York. O valor das “tips” em Nova York geralmente fica entre 15 a 20% da conta nos restaurantes e bares. Já para motoristas de táxi, a média é dar de 10 a 15%, mas o que os nova iorquinos geralmente fazem é arredondar o valor da corrida para cima e dar mais uns 2 ou 3 dólares. Restaurante Union Square Cafe em Nova York. O Union Square Cafe, desde 1985, é um dos restaurantes mais populares de Nova York. Os motivos de tamanho prestigio são vários, uma vez que, além de contar com um cardápio com opções deliciosas, por lá há, também, uma equipe super simpática e um ambiente muito acolhedor. É importante destacar que o primeiro restaurante de Danny Meyer ... Dicas Nova York em 2 dias. Para saber como curtir sua viagem de 2 dias em Nova York saiba que existem alguns truques e dicas na hora de planejar um roteiro de 2 dias em Nova York. Acorde cedo! 2 dias em Nova York é pouco para aproveitar, se você estiver disposto a aproveitar o máximo de cada dia. Não planeje muito! Nova York: onde ficar. Colaborou Ricardo Freire. Escolher hotel em Nova York não das tarefas mais simples. A cidade é enorme e tem hotéis por toda parte. Onde procurar? A parte central de Manhattan, ou Midtown, contém a maior parte das atrações turísticas tradicionais. É a área mais procurada pelos visitantes para se hospedar. Olá, estou planejando ficar 20 dias em Nova York em dezembro. Gostaria de saber se alguém tem uma dica de hotel mais acessível em Manhatan, sem luxo, porém com cama confortável, banheiro privativo e água quente. É minha primeira viagem a NYC, então estou bem em dúvida sobre onde ficar. Obrigada, pessoal! Responder Excluir Como ponto de partida, fui ao Hostelworld e ordenei os albergues de Nova York pelo ranking de aprovação. Em primeiro lugar deu o Urban Oasis, que fica na rua 31 com 5a. Avenida, mas parece só ter quartos duplos -- e além de não ter site próprio, estava com o sistema fora do ar em todos os sites de reservas em que procurei. Daí vem três ... Assim como em São Paulo e outras capitais, ficar parado do lado esquerdo da escada rolante é pedir para levar um empurrão ou ouvir uma bronca. Em Nova York, isso é levado m-u-i-t-o a sério. Se você estiver em qualquer shopping center ou em qualquer escada rolante do metrô vale sempre a regra: Se você continuar subindo a pé a escada ... Curiosidades sobre Nova York. Em 1789, a cidade de Nova York foi a primeira capital dos Estados Unidos, mas isso só durou por 1 ano. A primeira pizzaria em Nova York foi aberta em 1905. O One World Trade é o prédio mais alto de NYC (e um dos mais altos do mundo), com 541 metros e 102 andares. A cidade tem quase 200 km de metrô. Se alguém alega ter “morado em Nova York” depois de ficar lá por menos de um ano, é melhor esperar um escárnio ou dois dos nativos duros da cidade. (De fato, mesmo se referir a ela como “A Cidade” pode provocar um debate sobre os bairros, que é uma conversa totalmente diferente para a qual não tenho nenhuma qualificação.) Se você está procurando um quarto em Nova York, procure sempre no Booking.com, que tem a grande vantagem, em algumas opções, de fazer a reserva para garantir o quarto e cancelar até dias antes da sua viagem, caso seja necessário, sem pagar nada.

O que vai ser da minha vida sem a filosofia?

2020.07.13 09:23 AlvagorH O que vai ser da minha vida sem a filosofia?

Talvez por pressão, talvez por desespero (e em parte porque ao mesmo tempo me pareceu uma boa ideia), acabei me inscrevendo no Sisu para Ciências da Computação. Até aí tudo bem, é uma área que lida com inovação, tecnologia. Uma área onde tem coisa nova todo dia.
Por um lado, é uma coisa que eu sempre busquei. Rotina é algo que me destrói, eu preciso sempre vivenciar coisas novas, criar coisas, pensar.
Como isso funciona? Por que isso é assim? Como eu posso melhorar isso ou aquilo? Sempre tive essa vontade de entender os porquês do mundo, mas só pensar é chato. Quero fazer algo também, desde que não caia na rotina.
Peço desculpas se estiver ficando confuso. Preciso escrever logo antes que esse texto suma da minha memória.
Voltando ao curso, depois de passar dias sem dormir pensando em como resolver a logística da coisa, passagem, aluguel, carona pra ir pro campus... Eu parei pra pensar na profissão.
Fui ver alguns vídeos sobre o curso e os caras pareciam uns robozinhos falando. Não sei explicar ao certo como, mas foi o que me veio na mente assistindo.
Descobri, vendo esse vídeo, que apesar se ser introvertido e tímido, eu gosto de pessoas com energia, que se expressam, que, sei lá, cativam as pessoas e conseguem tirar um sorriso delas. Acho que eu não suportaria entrar em uma sala de aula com um monte de "eus" lá dentro. Eu surtaria. Talvez mais do que eu esteja surtando agora.
Pois bem, a grade do curso... cálculo, cálculo, cálculo, lógica. Parece que é um curso que te ensina a reproduzir e não a pensar.
Eu tenho dentro de mim algo muito forte que diz que o conhecimento não pode ficar restrito a universidade, precisa chegar ao povo (seja ele leigo ou não). Eu nem entrei no curso e já quero fazer algum tipo de trabalho que envolva ensinar a crianças como navegar com segurança na internet. E até mesmo os pais. O tanto de gente que cai em golpes na internet é enorme. Eu acho esse tipo de projeto muito válido e necessário, mas porque eu vejo o lado social da coisa, algo que esse curso não parece proporcionar.
Dá pra mudar o mundo usando a tecnologia. Mas não precisa ser lá fora, no terreiro das grandes empresas, penando só no lucro. Dá pra fazer a diferença no bairro, até minha rua.
Onde é que eu quero chegar? Nem sei mais.
Nisso de tentar entender o mundo a minha volta, eu sempre questionei muita coisa. Desde relacionamentos até política. Questionar faz parte de mim... mas o que tem pra ser questionado em um curso de exatas? 1+1 é 2 e pronto.
Agora eu estou começando a achar ridícula a separação de cursos por tipo. "Exatas, humanas, biológicas". Mano, não importa o que você estuda, no fundo tudo está ligado a mesma coisa: o mundo e as pessoas que vivem nele. Todos os cursos farão algo que melhorará a vida de alguém, talvez até a qualidade de vida da sociedade a longo prazo. Mas alguns sabem tão pouco sobre a sociedade na qual estão existindo, na qual o que eles estão produzindo vai existir.
A bomba atômica, por exemplo. É uma arma destruidora, mas o mesmo conceito que a criou pode ser usado para produzir energia. Por mais "de exatas" que seja a pessoa que criou a fórmula, teoria ou sei la o que, isso refletiu e muito na sociedade, de um jeito horrível e de um jeito possivelmente bom.
Existem muitas pontes que dão acesso a cidades importantes. New York por exemplo. Como será que seria essa cidade hoje se o fluxo de pessoas fosse limitado pelo número de barcos e vôos disponíveis? As pessoas provavelmente voltariam a atenção para lugares de mais fácil acesso.
Onde eu quero chegar? Não faço ideia. O que aparece na minha cabeça, eu escrevo.
Enfim, acho que o que eu quero é um curso que me permita inovar, fugir da rotina e ao mesmo tempo melhorar o mundo a minha volta. Mas como eu faço isso se eu não conheço o mundo?
Parece que toda vez que eu me aproximo de algum conhecimento, algo dentro de mim grita por estar deixando alguma outra coisa pra trás. Quando eu estudei anatomia, quis também estudar a mente. Mas a mente humana ou a de animais? Parece interessante cuidar de animais em cativeiro. Mas, macacos ou felinos? Campo ou laboratório? Escrever histórias de fantasia ou entender de onde viemos. Mas, entender a origem através da Fisica ou da Biologia? Olhar para as estrelas ou para as celular? Olhar para fora ou para dentro? Produzir conhecimento ou aprender para ensinar? Criar uma coisa nova ou melhorar algo já existente? Mas, criar o que? Uma história? Um jogo? Um remédio? Uma teoria? Uma máquina? Uma inteligência artificial?
Eu tive (e aparentemente ainda tenho), varias fases onde eu me interesso cada vez por um pouquinho de cada coisa. A bola da vez é inteligência artificial. Eu não sei nada sobre isso, mas fiquei um tempão pensando sobre e fiquei surpreso ao ver que a linha de pensamento que eu tracei sobre como eu faria uma inteligência artificial é um caminho que de fato é usado. Eu pensei algo como "Pra que seja de fato uma inteligência, ela deve ser capaz de reescrever o próprio código, o que seria análogo a como nós sempre estamos nos aprimorando e mudando. Ela vai começar como uma folha em branco que precisa ser preenchida tanto pelos pesquisadores como por ela mesma". Aí eu fui pesquisar e tem um grupo de cientistas que fez uma IA que reescreve o proprio código ou sugere melhorias.
É confuso porque parece que sempre que eu penso em seguir uma carreira, eu realmente penso que tenho aptidão pra ela, mas ao mesmo tempo estou deixando tanta coisa pra trás... Eu tenho vivido dias de certezas seguidos por dias de infinitas dúvidas.
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2020.04.23 16:56 Thymothy Um help para a minha campanha de mundo abandonado.

Eai galera, eu tava precisando de uma ajuda na minha campanha de terror e mistério usando o sistema de call of cuthullo. Eu tive a ideia de fazer uma campanha onde todas as pessoas do mundo sumiram e só restaram os personagens dos jogadores, porém, eu não tive nenhuma ideia boa, só alguns vislumbres de conceitos. Eu pensei bastante alguma coisa mística, envolvendo Deus ou coisa do tipo; também pensei em algo mais psicológico, como um delírio coletivo ou algum pesadelo em conjunto; e uma coisa mais científica tipo matriz, como se algum tipo de experimento tivesse dado errado. O que eu tenho em mente é uma campanha que se passe em Nova York(mas não precisa), e que tenha algum tipo de desafio além do mistério, como uma criatura que só aparece a noite e quanto mais o tempo passa mais deles aparecem, seriam poucas seções tipo de 3 até umas 5 delas. Então, quem tiver uma ideia e quiser me ajudar eu ia ficar muito agradecido, é minha primeira vez usando o Reddit assim.
Update 1: Queria agradecer a todo mundo que me respondeu até agora e que por causa dessas pessoas já tenho algo em mente, mas ainda não acabei a história. Até agora tenho um mundo sem pessoas, e resolvi usar o âmbito místico pra essa campanha. Os jogadores teriam que resolver e talvez reverter o fato de todos terem desaparecido e só ter restado eles, e para dar um senso de urgência além da sobrevivência nesse mundo, a noite apareceriam um tipo de fumaça negra com forma humanóide, que conforme o tempo fosse passando essa fumaça ir adquirindo outras formas, ficando mais densa e agressiva. Os npcs seriam desse mesmo tipo de fumaça, porém branca, e só aparecesse em certas horas lugares e em certas circunstâncias. A campanha ia ter algumas sidequests, como ligar a energia de algum lugar pra falar com alguém, ou a procura de alguma pessoa através de uma transmissão de rádio. Não sei se teria um vilão, talvez ainda Deus, mas não necessariamente os de Lovecraft.
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2020.03.18 02:31 soullessghoul Possível scam pela Gotogate - AJUDA PRECISA-SE

Olá amigos redditianos. Venho pedir a vossa ajuda:
. em Novembro, comprei um bilhete TAP para Nova York pela agência Gotogate que devia estar a partir hoje, dia 18 de Março
. como se sabe, os vôos para os Europa-EU estão proibidos desde sexta-feira passada, e por isso a TAP cancelou os vôos, o que me daria para cancelar o vôo e pedir o reembolso
. tentei ligar para a Gotogate a pedir isso, mas o customer service deles tem-me posto a fazer ping-pong entre departamentos e não me conseguem resolver nada

Alguém de vocês teve uma experiência semelhante ? O que é que eu posso fazer não para ficar a arder com os 350€ que paguei pelo vôo ? É preciso ir a tribunal com esta m***a ?
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2019.12.27 01:34 MinistroPauloCats Uma facada contra a economia para prevenir a reeleição

Em 27 de agosto de 2019, William Dudley, ex-presidente do Federal Reserve Bank de Nova York (indicado pelo Obama para o segundo cargo mais poderoso dentro do Fed), publicou um editorial na Bloomberg propondo algo antes considerado impensável.
A premissa básica do Federal Reserve é que ele deve ser completamente apartidário.
No entanto, Dudley escreveu que Donald Trump era uma ameaça para o país e incentivou as autoridades do Fed a tomarem decisões no sentido de impedir que Trump fosse reeleito.


E por uma coincidência incrível, após 11 anos de relativa calma nos mercados de recompra, o mercado de acordos de recompra quase entrou em colapso 3 semanas depois do editorial de Dudley, durante a semana de 16 de setembro de 2019, e foi salvo apenas por intervenções de emergência por parte do Federal Reserve.
Outra coincidência assustadora foi que essa crise foi causada por erros cometidos por funcionários de carreira do Fed de Nova York da antiga equipe de Dudley.


Se essa crise do mercado de acordos de recompra continuar e piorar, essa crise se propaga para para mercados mais amplos, as taxas de juros e a economia, podendo mudar a vida das pessoas no mundo inteiro.
Se a economia estiver em recessão e os mercados falharem na época das eleições de novembro de 2020, o controle não apenas da Presidência, mas provavelmente do Senado, também será entregue ao partido Democrata.
Isso daria aos democratas o controle simultâneo da Câmara, do Senado e da Presidência durante um período de emergência financeira, com reivindicação de um mandato - que poderia rapidamente levar a algumas das maiores mudanças políticas, tributárias e econômicas de nossas vidas.


Há extraordinárias pressões financeiras pouco compreendidas pelo público em geral, que criaram uma situação tal que alguns erros da equipe - acidentais ou intencionais - podem de fato mudar a economia, a eleição e as contas bancárias e valor dos bens no mercado e as aposentadorias de todos.
São detalhes complexos demais para serem abordados aqui e quem quiser saber mais basta buscar no Google por "repo market crisis september 2019".
Resumindo: o Fed quase perdeu o controle das taxas de juros em um mercado crítico e, desde então, conta com a criação monetária - criando dinheiro efetivamente a partir do nada (embora o processo real seja muito mais complexo) - para financiar cerca de 90% dos gastos do governo dos EUA a taxas de juros muito baixas e, assim, mantendo a economia, o mercado de ações e o mercado imobiliário em ordem.


As taxas de juros muito baixas e os preços muito altos dos bens são dois lados da mesma moeda. Quando o Federal Reserve força as taxas de juros para baixo, isso leva os valores dos bens (a grosso modo, ações e imóveis) a aumentarem.
E o outro lado dessa relação é que, se as taxas de juros subirem substancialmente - os preços das casas e os valores das ações deverão despencar. E se as taxas de juros continuarem mais altas, não há como esperar uma recuperação.
Assim, alguém que tenha comprado um imóvel pode ficar "debaixo d'água" por muitos anos, com uma casa que vale menos do que ainda está pagando por ela.
Há também um enorme problema com a dívida nacional, que passou recentemente a US $ 23 trilhões e agora é maior que a economia total dos EUA. Isso é dinheiro emprestado, que tem de vir de algum lugar, e os pagamentos de juros precisam ser feitos sobre essa dívida. Países altamente endividados exigem taxas de juros muito baixas, e o Federal Reserve, criando taxas de juros muito baixas, foi o principal facilitador que permitiu que a dívida nacional dos EUA crescesse tão rápido e até esse ponto.
A parte perigosa para a economia não é tanto essa dívida nacional pendente, mas os déficits, os empréstimos semanais, mensais e anuais que o governo federal está fazendo para cobrir gastos acima da arrecadação de impostos.
O Federal Reserve é quem controla esse equilíbrio entre taxas de juros mais altas e um governo federal que suga vorazmente o dinheiro do sistema. Na situação atual, a economia e os mercados atualmente dependem dessas taxas de juros muito baixas, em um processo complexo que envolve trilhões de dólares em dinheiro recém-criado.


Há 3 colunas que resistem à pressão e mantêm o mercado em ordem: taxas de juros muito baixas, confiança em que os mercados estão funcionando sem problemas e confiança do mercado em que o Fed tem a situação completamente sob controle.
Se as taxas de juros dispararem, um alçapão se abrirá e os atuais valores muito elevados das ações, títulos, contas de aposentadoria e casas do país poderão desabar.
Se os mercados perderem a confiança na capacidade do Federal Reserve de manter tanto a estabilidade financeira quanto as taxas de juros muito baixas, outro alçapão pode abrir quase instantaneamente, ou em questão de horas, dias ou semanas.
Um problema relacionado à confiança, mas distinto dela, é a falta de medo entre os participantes do mercado. Se o medo começa, ele se torna auto-realizável, e o medo da crise causa uma crise real.


Na semana de 16 de setembro de 2019, algo aconteceu assim: os emprestadores fugiram, os devedores entraram em crise, e o Federal Reserve criou US $ 50 bilhões, depois US $ 75 bilhões, depois mais US $ 200 bilhões e, em dezembro de 2019, anunciou planos de criar até US $ 415 bilhões em dinheiro novo para emprestá-lo ao mercado de recompra, financiando indiretamente o crescimento da dívida nacional e também impedindo uma potencial crise profunda no sistema financeiro.
Dudley e seus ex-funcionários são pessoas que realmente entendem esse sistema complexo e suas fraquezas. Então é pertinente apresentar essa questão: como criar uma crise com o mínimo esforço e de uma maneira que os responsáveis não possam ser identificados?
Uma possível resposta seria um ataque rápido contra duas das colunas que sustentam todo o complexo mecanismo: as taxas de juros muito baixas e a confiança do mercado de que o Federal Reserve tem a situação completamente sob controle.


Trump está concorrendo à reeleição tendo como base principal a força da economia e dos mercados. Se o eleitor médio em novembro de 2020 estiver diante de uma recessão nacional violenta, o desemprego generalizado, os danos devastadores em suas contas e a perda de grande parte de seu patrimônio líquido com a queda nos preços das residências - como isso pode afetar o eleição?
E essa facada na eleição de Trump é apenas o ponto de partida. Digamos que esta ou outra forma sofisticada de sabotagem econômica de dentro do Fed funcionasse. A pessoa média enfrentaria perdas econômicas devastadoras e possivelmente desemprego também.
Na verdade, a pessoa média nada saberiam de onde essa crise viria, mas para onde quer que olhasse na mídia, durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, via televisão, jornais e mídia social, seriam informados continuamente de quem foi o responsável por sua dor e a destruição de seus sonhos. E não seria apenas Trump, mas os senadores e representantes que o apoiavam, bem como seus apoiadores em geral.
Em tal circunstância, com tanta dor econômica e tanta concordância quanto à fonte, algo muito maior do que apenas derrotar Trump se torna não apenas possível, mas francamente provável. Controle da Presidência, do Senado e da Câmara, em um momento de emergência econômica nacional e com a reivindicação de um mandato do povo para mudanças maciças.
Uma série de mudanças econômicas, fiscais e políticas radicais, como a nação nunca viu, poderia acontecer em meses. Coisas que podem parecer improváveis ​​agora, podem se tornar bastante possíveis em tempos de emergência nacional, um novo mandato e uma falta de freios e contrapesos.


Isso é que torna essa proposta de Dudley a facada política perfeita - quase ninguém jamais saberia a verdade, principalmente se o controle sobre a narrativa for mantido.
A maioria das pessoas cujas vidas, emprego, segurança financeira e padrão de vida foram severamente prejudicadas pela sabotagem deliberada iria para seus túmulos culpando o lado errado e estando absolutamente convencida de que a fonte de sua tragédia pessoal é o Donald Trump.


E como isso afetaria o Brasil seria assunto para outro artigo.
Mas resumidamente: o aumento da taxa de juros nos EUA tem como efeito tirar recursos investidos em outros países e levar esse dinheiro para lá, provocando desvalorização das moedas. Com menos dólares no Brasil, o Real fica mais fraco e o Dólar sobe.
Outros possíveis efeitos seriam a queda dos preços das commodities que o Brasil exporta e inflação nos produtos que dependem de insumos importados. Empresas com dívidas em dólares sofreriam.
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2019.12.03 02:02 TigerX1 Chamada para Despertar - Parte 2

Boa Black Monday pra você. Aquele dia em que você nota que tem alguma coisa errada com essa coisa de criar desconto por causa de um feriado americano, que nos faz lembrar que no resto dos dias do ano ou você não percebe a fraude ou então está sofrendo na mão do lucro abusivo de uma megaorganização.Mas se você achou pouco o Black Friday não se preocupe agora é Black Week até chegar a decoração natalina!
Semana já começa do caralho. Noticiário parece aquela cena de filme de apocalipse onde por 30 segundos você vê que o desastre é mundial e não só em Nova York. Se lembra do David Attenbourough? A voz daqueles documentários de como a natureza é bela? Pois bem, o cara falou que já é tarde demais. Mas ei fica de boas ai, a ONU se juntou em Madri então eles vão dar um jeito na coisa, né? Quando o sol tiver de rachar pensa na ONU que o medo passa, ou não.
Se você não acredita em mim basta ver o Bonner falando que o Homem de Bem está indignado com os 9 pisoteados em Paraisópolis. O que você achou que ia acontecer? Quando o herói popular é o Capitão Nascimento, você vai começar a ver as cenas do filme passando no Jornal Nacional. Do caramba mesmo é ver a polícia falando que vai investigar os vídeos que foram enviados, e não os mortos. Paraisópolis tá com um cheiro de Rodney King que nem tem graça!
Opa, eu fui muito mórbido? Que nada! Mórbido é ficar olhando feed de notícia e simpatizando com curtida e compartilhamento. Upvote não me serve de nada, nem me alimenta e nem diminui a raiva dentro do ser. Mas ei, bate uma punheta vê mais um meme do cão alaranjado virando figurinha. Tá tudo bem agora, o Paulão garantiu que o PIB vai dobrar e o Dellagnol é o elo mais fraco.
"Nossa, pega a diva irritada!" Foi o último que me disseram quando desabafei em pessoa. Caceta estamos irritados mesmo. Estamos irritados com essa lenga-lenga de direita x esquerda enquanto a porra da República vai caindo aos pedaços por corrupção e cortina de furmaça. Estamos irritados de que político virou sinônimo de bandido, e mais irritados ainda porque é verdade. Estamos irritados que construção só acontece em ano de eleição e para na metade depois do ajuste de 25% permitido em licitação. Estamos irritados que invés de defender Humanismo e o Avanço da Razão, a comunidade científica foca em cuspir artigo sem relevância. Estamos irritados porque o Joker é uma coisa que choca a classe média mas velho morrendo de paulada no ônibus não. Estamos irritados porque o Flamengo ganhou e por isso todo mundo esqueceu do Incêndio que matou os meninos. Estamos irritados, e isso, por si só, já deveria ser motivo de medo para as cabeças pensantes.
Mas eu não sou nenhum Tyler Durden ou Carlos Prestes pra ser objeto de admiração de ninguém. Na verdade eu não importo, eu nem sei o que eu quero. Sabe quem importa? Aldous Huxley, que acertou quando viu que o medo não era 1984 mas sim o Admirável Mundo Novo. Feeds infinitos, Algoritmos de Indicação, Grupo de WhatsApp e Curtidas; esses são os quatro cavaleiros do Apocalipse brasileiro. Agora esse discurso todo tá muito saudosista pro meu gosto, e longe de mim parecer que acredito numa Era de Ouro. Madre Teresa deixa os pobres se fudendo pra ficar perto de deus e Mandela batia na mulher quando pregava o fim do Apartheid. Única santa na terra é minha vózinha querida, e olhe lá que ainda dou uma rasteira nela.
O problema é que o futuro parece confuso e sem pé nem cabeça, melhor seria se o Ensaio sobre a Cegueira virasse real. O quão fudido é a mentalidade de alguém que prefere um mundo pós-apocalíptico do quê continuar na vida em sociedade? A pior parte é que eu não estou sozinho, você sabe que no fundo todo mundo acha Zumbilândia muito mais divertido do quê o Al Gora subindo naquele negócio. Teve um filme de Rodrigo Santoro que me marcou pra Caralho, Bicho de Sete cabeças, pra mim ele é a perfeita metáfora do que tá acontecendo. A muito tempo atrás acharam alguma coisa errada com a Raça Humana, e hoje tá todo mundo preso num Asilo sem reconhecer quem é.
E eu sei o que você vai dizer, hedionistazinhx: "Se o passado não te agrada e o futuro te assusta, se entrega pro presente, cara! Curte a vida!" Essa foi a maior enrolada que os caras já bolaram. Pão e Circo, mantém a roda girando, enquanto tiver um s08e06 pra galera reclamar, enquanto tiver Tinder, iFood e Black Friday pros caras levaram a dose de morfina sem ter muito que pensar então a coisa tá legal! Jack Kerouac tem algumas lições sobre porque o movimento beatnik não funcionou. Kurt Cobain comeu uma dose de buckshot expressa. Cuidado com o dia quando a onda deixa de bater, tu vai querer se jogar no fundo do poço nesse dia.
Mas eu já percorri essa linha de raciocínio. Estoico, Cínico, Hedionista, Otimista, Pessimista, Zen, Tao, Cristão, Evangélico, Mulçumano, Coach Quântico, Zaibatsu, Militância e o escambal. Sabe qual a única verdade? A gente foi feito com um defeito. Pergunta pra um Biologista que estude a coisa a sério, e tu vai ver que a natureza inteira parece que tá se segurando com uma espécie de Silvertape molecular e é um verdadeiro milagre que essa porra tenha chegado onde chegou. E o universo inteiro tá vivendo uma adaptação de Socorro, o Piloto sumiu em escala cósmica. Dirigido pelo Diabo, Roteiro por Deus e Produção da Globo
Todas as estradas levam a Roma. Então, como que você tá preenchendo o vazio da tua alma? 
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2019.08.04 02:52 altovaliriano Os primeiros dias do fandom de ASOIAF e Game of Thrones

Link: https://bit.ly/2KtExQJ
Autora: Alyssa Bereznak
Título original: The Last Popular TV Show (How game of Thrones became the last piece of monoculture)

Padraig Butler não se lembra exatamente quando se tornou Deus-Imperador da Brotherhood Without Banners. Nos últimos 18 anos, o gerente demeteorologia aeronáutica de 43 anos fez uma peregrinação anual à Worldcon, a convenção de ficção científica e fantasia, para celebrar o trabalho de George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo. E foi quase 18 anos atrás, quando ele viajou pela primeira vez de sua cidade natal, Dublin, na Irlanda, para a Filadélfia, que começou a jornada até Imperador-Deus.
Segundo a história, a recém-criada organização - batizada em homenagem a um grupo fora da lei na série de livros - organizou uma festa em homenagem a Martin. Depois de uma noite de bebedeira, um fã bem satisfeito, conhecido em fóruns online como Aghrivaine (e cujo nome real é David Krieger), presenteou o autor com uma espada e pediu para ser armado cavaleiro. O autor concordou sob uma condição: que Krieger e os outros foliões se juntassem a ele em uma "missão" às 1 da manhã ao Pat’s King of Steaks. Naquela noite, depois que cerca de 20 membros da BWB encheram seus estômagos com a comida local, eles foram apelidados de Cavaleiros do Cheesesteak.
Nos primeiros anos do clube de fãs do livro, quando o tamanho dos encontros da Brotherhood Without Banners ainda era administrável, esses títulos voltados para a comida se tornaram um símbolo de honra. (Os Cavaleiros da Poutine, os Cavaleiros do Deep Dish, os Cavaleiros do Haggis e, lamentavelmente, os Cavaleiros da Lixeira). Por decreto de Martin, foram acrescentadas outras honras para reconhecer a participação. Um membro que tivesse participado de pelo menos três grandes encontros da BWB seria apelidado de lorde. Depois das cinco, um príncipe. E depois de sete, rei. Butler já esteve em 16 Worldcons e cerca de 100 outras convenções relacionadas a Thrones e confraternizações pertinentes, protegendo seu reino há muito tempo por meio de seu título de cavaleiro do Cheesesteak. "Eventualmente perguntaram a George, de que chamaremos Padraig agora?" Butler lembra. "Ele disse: ‘É isso. Ele é um rei. Ele vai ficar rei até que alguém o remova do trono’”. Butler não tem planos de parar. "Agora as pessoas apenas dizem: 'Você é o Imperador-Deus'".
Butler visitou um total de 12 países e quatro continentes para se encontrar com seus companheiros de estandarte, construindo uma rede social internacional digna de um líder mundial consagrado. E graças a uma junção de tecnologia e entretenimento, a série de livros indie pela qual ele se apaixonou nos anos 90 se tornou uma espécie de passaporte cultural, tanto uma razão para ver o mundo quanto uma maneira de se conectar com as pessoas que o compõem.
Ao longo dos anos, ele também assistiu com admiração quando Game of Thrones explodiu e se tornou uma peça onipresente da cultura pop diante de seus olhos. Um dia, ele embarcou em um trem e viu vários passageiros lendo os livros de Martin. Então ele olhou para cima para ver outdoors gigantes anunciando a data de estréia da adaptação da HBO. Eventualmente, seus colegas no aeroporto começaram a discutir o programa como uma fonte de turismo. (Uma atração de 110.000 pés quadrados chamada Game of Thrones Studio Tour será aberta na Irlanda na primavera de 2020.) Depois de quase 20 anos celebrando a série, e vendo-a se transformar em best-seller, programa de televisão, universo estendido e a potência da propaganda, ele ainda acha difícil processar o alcance da franquia. "É tipo: Nossa, isso está em toda parte agora."
[...]
Em 1997, Linda Antonsson estava dando uma olha sua livraria local em Gotemburgo, na Suécia, quando se deparou com uma versão em brochura de A Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin. Era o primeiro item no que o autor previa ser uma trilogia intitulada As Crônicas de Gelo e Fogo, e contava a história de várias grandes casas disputando o poder nos continentes fictícios de Westeros e Essos, contada a partir da perspectiva de um punhado de personagens interessantes. O livro tinha sido lançado no ano anterior sem muito alarde. "Realmente não fez sucesso quando saira em capa dura", lembra Antonsson. Mas quando ela começou a ler, foi fisgada.
Ninguém mais que ela conhecia havia lido o livro, então ela se voltou à internet em busca de outros fãs de Martin - o que era uma experiência relativamente nova nos anos 90. "Eu lia muita fantasia, mas nunca tive ninguém com quem conversar sobre fantasia", ela me disse. "Eu tinha todas essas coisas que queria discutir e ninguém para conversar." Os cidadãos suecos não conseguiram adquirir suas próprias conexões dial-up até 1995; antes disso, Antonsson ocasionalmente fazia o acesso no centro de informática de sua universidade, onde estudava arqueologia clássica. Quando ela finalmente conseguiu sua própria conexão à Internet, ela navegou de bulletin board em bulletin board, debatendo desde a trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien à série de livros A Roda do Tempo, de Robert Jordan. “Era um mundo incrível para se entrar, para poder encontrar todas essas pessoas que compartilhavam seu interesse sobre essas coisas que pareciam bem obscuras.”
Através desses primordiais fóruns da internet, Antonsson também descobriu o ElendorMUSH, um RPG multijogador baseado em texto que simulava o ambiente da Terra Média descrito nos romances de Tolkien. (O termo MUSH significa “alucinação compartilhada por vários usuários” [multi-user shared hallucination]. Isso foi antes de World of Warcraft, quando os computadores não tinham placas gráficas poderosas e os jogadores tinham que usar sua imaginação). Foi lá, na “cultura” que Antonsson havia se juntado, que ela conheceu Elio García. Na época, García estudava literatura inglesa e história medieval na Universidade de Miami. E os dois passaram os últimos anos analisando os detalhes mais sutis da Terra Média em árvores de discussão da Usenet, as precursoras dos fóruns on-line. Depois de terminar A Guerra dos Tronos, Antonsson convenceu o cético García a lê-lo também.
Logo eles estavam navegando juntos. Em 1998, a internet estava sendo amplamente usada como um utilitário de busca de informações em vez de uma rede social. Mas com a ajuda de algumas pesquisas no AltaVista, os dois encontraram tantos fóruns de fãs de A Guerra dos Tronos quanto puderam. Entre seus resultados estava Dragonstone, que García lembra ter sido executado via uma conexão de internet instável na Austrália; Harrenhal, que foi construído sobre a plataforma de serviços web Angelfire da Lycos (quee de alguma forma ainda existe hoje); e um fórum chamado Canção de Gelo e Fogo, dirigido por um usuário chamado “Revanshe.” Isso foi na época em que o mundo do entretenimento estava começando a entender o poder de marketing de mitos na internet. E, ao fuçar os fóruns de fãs dedicados à série Wheel of Time, Antonsson havia testemunhado em primeira mão como pistas e pontos da trama não resolvidos motivavam conversas. Ela viu o mesmo fervor se desdobrando com ASOIAF.
"Algumas das maiores e mais intensas discussões sempre foram sobre mistérios", disse Antonsson. "O primeiro tópico que eu lembro de ter lido no fórum de Pedra do Dragão foi a discussão sobre a paternidade de Jon e as poucas pistas que existiam depois do primeiro livro."
O fórum ASOIAF de Revanshe acabou se tornando grande em 1998, acumulando o que García estimava em cerca de 1.000 usuários regulares. Quando chegou a hora de Revanshe ir para a faculdade de medicina, ela passou o site para García, que já havia se tornado um moderador.
Enquanto isso, García e Antonsson estavam planejando começar seu próprio jogo MUSH em Westeros. Para garantir uma representação fiel, eles colocaram sua formação acadêmica em prática e tornaram-se geologistas, botânicos, zoólogos, antropólogos e historiadores autônomos de Westeros, registrando todos os fragmentos de dados que poderiam extrair de de Guerra dos Tronos em um documento do Microsoft Word chamado “The Concordance”. Eles compartilharam o banco de dados no fórum ASOIAF, pavimentando o caminho para a fundação da enciclopédia on-line feita por fãs, que hoje é conhecida como A Wiki of Ice and Fire. A wiki, que seria desenvolvido alguns anos depois, é composto de 23.081 páginas de conteúdo e passou por 236.642 edições desde o seu lançamento. Também inspirou a fundação de 11 sites irmãos em idiomas estrangeiros.
Observando os fóruns de fãs da Roda do Tempo, eles também estavam cientes de que a correspondência com os autores era freqüentemente perdida em tópicos separados. Então foi nessa época que eles começaram a registrar as entrevistas de Martin, e-mails, respostas em fóruns e postagens em blogs pessoais. (Naquele ano eles fizeram seu primeiro momento de contato com o autor, para pedir permissão para fazer o jogo MUSH. Meses depois, ele concordou, e os dois ainda tocam o A Song of Ice and Fire MUSH como um projeto paralelo).
O crescimento constante dos seguidores on-line de Martin - emparelhado com seu envolvimento na cena de ficção científica e fantasia desde os anos 1970 - gerou uma quantidade razoável de novidades para o segundo fascículo da série de Martin, A Fúria dos Reis. "Martin não pode rivalizar com Tolkien ou Robert Jordan, mas ele se qualifica com perfeitos medievalistas de fantasia como Poul Anderson e Gordon Dickson", escreveu um Publisher's Weekly cautelosamente otimista. À época, Peter Jackson estava se preparando para filmar a trilogia de filmes de O Senhor dos Anéis, e produtores e cineastas que viam potencial no gênero de fantasia começaram a sondar Martin pelos direitos de sua história. (Ele hesitou, convencido de que sua história nunca poderia ser esmagada no formato de filme).
Foi quando a coisa entre García e Antonsson ficou séria em mais de uma maneira. Por dividirem o gosto por Tolkien, Jordan e Martin, um romance floresceu e, alguns meses depois de Fúria ser lançado, García se mudou para a Suécia. Todos com quem eles conversaram sobre a série estavam apaixonados por ela. “Nós tínhamos alguns proselitistas que falavam em arremessar os livros em amigos, familiares, colegas de trabalho, etc.”, disse García por e-mail. “E foi tudo muito orgânico. A Random House não passava seu tempo vasculhando maneiras de nos vender ou fazendo com que trabalhássemos para eles, os fãs só fizeram isso porque gostavam”.Encorajados pelo fato de o livro inicial não ter sido o único, eles lançaram o site Westeros.org, reunindo os fóruns que herdaram, os dados de “The Concordance” e seus registros dos declarações públicos de Martin. Começou como um projeto paralelo executado em um servidor miudo em casa, enquanto continuavam a perseguir seus respectivos objetivos acadêmicos. Mas, eventualmente, se tornaria a principal fonte de análise e informação sobre o universo, seu autor e tudo mais.
Enquanto isso, a série de Martin continuou atraindo mais leitores e tornando-se mais difícil de lidar. O manuscrito de seu terceiro livro, A Tormenta de Espadas, tinha 1.521 páginas, e alguns editores não conseguiram manter tudo em um volume. Mas seu apoio entre a comunidade on-line da fantasia ficou mais forte do que nunca, e a Publisher’s Weekly chamou esse fascículo de “um dos exemplos mais gratificantes de gigantismo na fantasia contemporânea”. Quando foi lançado em 2000, estreou em 12º lugar na lista de best-sellers do New York Times.
No momento em que Martin lançou O Festim dos Corvos em 2005, ele garantiu seu lugar como o proeminente escritor de fantasia da década. O livro chegou ao topo da lista de best-sellers do New York Times e a Time o apelidou de "o Tolkien americano". Mas ele também se deparou com os mesmos problemas com Festim que com Tormenta. Sua solução foi dividir Festim em dois e contar a história de apenas metade dos personagens, em vez de metade da história de todos os personagens. Ele explicou tudo no post scriptum do quarto livro, logo após um final instigante. "Olhando para trás, eu deveria ter antevisto", escreveu Martin em seu site pessoal em 2005. "A história faz suas próprias demandas, como Tolkien disse uma vez, e minha história continuou pedindo para ficar maior e mais complicada."
O que pode ter sido uma limitação editorial frustrante para Martin foi uma fonte quase enlouquecedora de suspense para sua crescente base de fãs. Depois de esperar cinco anos entre o terceiro e o quarto livro, os leitores ainda ficaram imaginando o destino de favoritos como Jon Snow, Tyrion Lannister e Daenerys Targaryen. O próximo fascículo seria lançado em 2011, seis agonizantes anos depois. E foi durante esses períodos de silêncio, quando os fãs não tinham material novo com o qual se ocupar, que eles começaram a se concentrar em criar os seus próprios. "Não tenho certeza se a popularidade que antecede os livros poderia ter acontecido se os livros tivessem saído muito rapidamente", disse Antonsson. “Ter tempo entre uma série de livros é o que alimenta a discussão nas comunidades. Dura mais”.
O acesso digital e as plataformas sociais estavam evoluindo para apoiar esses tipos de obsessões. Entre 1995 e 2005, o uso global da Internet aumentou de 44,4 milhões de usuários para 1,026 bilhão. Plataformas simples para blogs, como LiveJournal, WordPress e Xanga, tornaram mais fácil para as pessoas iniciarem blogs pessoais e compartilharem suas ideias sobre qualquer coisa, independentemente de quão arbitrárias ou específicas. E as primeiríssimas redes sociais da web, incluindo o MySpace e o Facebook, estavam na infância, assim como o conceito de podcasting.
Enquanto Martin continuava atualizando sua base de fãs através de um LiveJournal chamado Not a Blog, seus fãs adoradores lidavam com sua impaciência de formas cada vez mais criativas. A maioria preferiu vasculhar os fóruns de Westeros.org ou Tower of the Hand, onde puderam analisar todas as teorias possíveis em torno de cada enredo e propor suas próprias. Uma facção de leitores impacientes se separou para formar uma comunidade ressentida conhecida como GRRuMblers. O fundador do site Winter Is Coming, Phil Bicking se agarrou a um anúncio de 2007 de que a HBO adquirira os direitos da série As Crônicas de Gelo e Fogo, e redirecionou sua energia para um site do Blogger que registrava o elenco, as filmagens e a produção da série. Mesmo antes de o piloto ter sido filmado, os fãs no site de Bicking começaram a tratar os anúncios do elenco como mistérios não resolvidos. Como um colunista de fofoca, Martin iria postar dicas sobre quem foi escalado para determinado papel em seu blog, para alimentar a chama. "Então a base de fãs passaria dias debruçado sobre aquilo, tentando desvendar o teste", disse Bicking. “Nós descobrimos todos eles. Fiquei chocado que as pessoas foram capazes de descobrir até mesmo Isaac Hempstead Wright, que interpreta Bran, e estava em um comercial antes disso”. Bicking se lembra de ter começado dois tópicos separados para discutir rumores e vê-lo ser encher com quase 1.000 comentários cada um. “Então, eu fiquei tipo: 'OK, eu tenho aqui uma comunidade dedica e de bom”, disse ele. A grande imprensa estava tomando conhecimento". Algum programa de TV recente gerou mais entusiasmo on-line, sendo que nem mesmo é um programa de TV?", perguntou o The Hollywood Reporter em 2010.
Quando a HBO estreou Game of Thrones em 2011, Martin já era famoso. Ele havia vendido mais de 15 milhões de livros em todo o mundo, fora retratado pelo The New Yorker e poderia levar sua legião de adoradores e haters ao frenesi com uma simples foto de férias postada em seu LiveJournal. Tudo isso significava que, quando o programa estreou em 17 de abril, ele se saiu bastante bem segundo os padrões de televisão. Cerca de 2,22 milhões de pessoas assistiram à estreia, o que foi menos do que o número de espectadores conquistados por Storage Wars da A&E e por The Killing da AMC, e mais do que Khloe & Lamar do E!.
Ainda assim, a crítica o recebeu de forma foi irregular. Embora muitos analistas tenham elogiado a capacidade da HBO de estabelecer um palco exuberante e cativante para a história complexa e abrangente de Martin, outros a consideraram um sinal de declínio da rede. Slate o chamou de “lixo de fantasia semi-medieval e repleto de dragões”. O New York Times o descreveu como “drama em traje de época com pingue-pongue sexual”. Em uma fala indicativa de uma conversa muito maior sobre a legitimidade da cultura nerd e sua perceptível falta de inclusão de gênero, a crítica Ginia Bellafante detonou o show por glorificar “a ficção infantil paternalmente acabou atingindo a outra metade da população”, e concluiu que “se você não é avesso à estética de Dungeons & Dragons, a série pode valer a pena”.
Enquanto isso, os servidores da Westeros.org estavam caindo. A agitação que antecedeu a estreia do programa deixou García e Antonsson com cerca de 17.000 membros registrados no Westeros.org. Mas o casal estava totalmente despreparado para a onda de interesse que se seguiu à estréia da série. Na noite em que foi ao ar, o site foi torpedeado pelas buscas do Google, e os dois cuidavam de seu único servidor como um recém-nascido com cólica. Para desviar o fluxo de tráfego, García ajustou o site para que apenas os membros registrados pudessem ver as postagens. "Eu imaginei que isso impediria as pessoas de entrarem", disse ele. No dia seguinte, ele acordou com 9.000 novas solicitações de conta. García passou horas aprovando manualmente os recém-chegados. A espera entre o terceiro e o quarto romance estimulou um aumento lento e constante de fãs, talvez um ou dois mil membros por ano entrando no fórum. Mas com a chegada do programa de TV, eles poderiam acumular vários milhares em um único dia. "Foi impressionante", disse García. “Os membros do nosso fórum chamaram a onda de novas pessoas de 'The Floob' - uma enxurrada de noobs.” Foi nessa época que García e Antonsson abandonaram suas atividades acadêmicas para se concentrarem no site em tempo integral.
Embora o casal tenha perdido alguns dos dados do número de visitantes dos primeiros dias, Antonsson lembra-se de ter assistido a vazão e o refluxo do tráfego em A Wiki of Ice and Fire quando os recém-chegados reagiram aos principais pontos da trama da primeira temporada. Esses picos foram particularmente pronunciados no episódio 9, quando o herói do programa, Ned Stark, foi executado inesperadamente. “Logo após o episódio terminar, todo mundo foi até a página de Ned Stark para checar: Ele está bem? Né?” - lembrou Antonsson. (Ele não estava.) O final da temporada do show foi assistido ao vivo por cerca de 3,04 milhões de lares - cerca de 820 mil a mais do que a estréia. A primeira temporada mais tarde viria a ser indicada para 13 Emmys e ganharia dois, para Melhor Design de Abertura e para a performance de Peter Dinklage como Tyrion na categoria Melhor Ator Coadjuvante em série dramática. Ao matar o herói de Westeros antes mesmo que a temporada terminasse, Benioff e Weiss chocaram seus espectadores menos maduros, agradaram os superfãs dos livros e plantaram uma semente de curiosidade que sustentaria a série ao longo dos próximos oito anos.
O que García e Antonsson testemunharam em seu site naqueles primeiros dias se assemelhava à conversa em duas frentes de Game of Thrones que logo surgiria na mídia e na internet como um todo. Depois de cada novo episódio televisivo, aqueles que não leram os livros (agora presumivelmente na casa dos milhões, tendo em conta a audiência do programa) correm para a Internet em busca de contexto, enquanto os leitores de livros (também uma base crescente) riem de diversão e depois analisam as diferenças entre o show e o cânone. Essa “camada paralela” de conversação, como a T Magazine do New York Times a chamou, pode ao mesmo tempo fornecer aos recém-chegados uma melhor compreensão do universo de Westeros e permitir que os veteranos testassem seu conhecimento detalhado do cânone em contraste com o show.
[...]
E há o Deus Imperador Butler. Embora o programa esteja chegando ao fim e não esteja claro se ou quando os livros remanescentes de Martin serão publicados, a comunidade que ele aprecia sobre Thrones continua viva. Em agosto, muito depois do final da série, ele participará de sua 17ª reunião da Brotherhood Without Banners na Worldcon em Dublin. "Seria meio triste não ir", disse ele.
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